Berlim com Eunice Carmo

"Ich bin ein Berliner", disse J.F.Kennedy rodeado pelo muro que encarcerava Berlim Ocidental, mostrando o apoio dos E.U.A. à parte da cidade que não estava sob domínio soviético. Estávamos no auge da Guerra Fria e Berlim era o palco do conflito, depois de ter sido, cerca de duas décadas antes, o capítulo final da II Grande Guerra. Não é por isso de estranhar que em cada edifício, esquina ou monumento, se respire a história do século passado.
Mas não termina aí o fascínio de Berlim.
Tendo sobrevivido a várias destruições, conseguiu renascer e é agora uma mistura de culturas, tendências e movimentos. Berlim não é a cidade típica alemã. Berlim é um caso à parte. Uma cidade que é do mundo, de nós todos. Uma cidade onde os retratos do passado não se escondem. Exibem-se com orgulho.
Para ver, aprender e não mais esquecer.

De Baku a Tbilisi pelo Caucaso Oriental - Maio 2017 - Ana Amorim

Poucos países no mundo são tão intrigantes quanto o Azerbaijão. Uma terra de contrastes coberta em grande parte por desertos de pedra e areia, com uma geologia única e depósitos de gás natural que ao longo dos séculos criaram fissuras onde o fogo surge espontaneamente.

Por aqui passaram persas, indianos e os povos do Cáucaso, que cruzavam meio mundo para chegar à “Terra do Fogo” e fazer oferendas aos deuses do Zoroastrismo, Animismo e Hinduísmo.

Entre valões e flamengos, com Vera Gomes (todo o ano)

Bruxelas não é só a capital política da Europa: tem largos milhares de tipos de cerveja, chocolates de aquecer a alma e grauffes para satisfazer os mais gulosos. É a cidade onde se faz fila para ver um menino de pilinha na mão mas que homenageia Magritte. Tem as melhores batatas fritas e a adrenalina da lotaria meteorológica. Mais de 50% do território de Bruxelas é espaço verde com patos, corvos e em algumas alturas do ano papagaios! Tem edifícios cuja arquitetura é de deixar o queixo caído e qualquer motivo é bom para fazer festa na rua.

Costa da Dalmácia com Valentina Sturlic

"Capital da costa", Split é amplamente conhecida pela sua história, beleza e costa incríveis. Cidade natal de músicos e atletas croatas famosos como Goran Ivanisevic, Blanka Vlasic e Ivano Balic. Destaca-se o Palácio de Diocleciano, construído pelo imperador romano Diocleciano como residência após a reforma. Split preserva e tem orgulho da sua história ancestral, das paisagens, bem como dos seus cidadãos.
A Ilha de Brač, a maior da Dalmácia, é a ilha com 2700 horas de sol. É conhecida pela sua pedra branca (usada na construção do Palácio de Diocleciano) e por Zlatni Rat, uma das mais belas praias da Croácia.

Na ilha de Fidel com Luis Viseu, Agosto de 2017

Não é fácil escrever sobre Cuba como destino de eleição, louvar os seus interesses turísticos e ignorar a História que a rodeia.

Um dos pilares da Magellan é a vontade de mostrar cada paragem com a autenticidade que ela tem. A forma como sentimos esse destino, sem medo de mostrar opinião ou assumir posições. Não queremos destacar o que todos já sabem ou viram em panfletos. Tentamos perceber quem nos recebe, formar opiniões, discutir as visões e integrar cada destino na realidade que o rodeia. É essa a forma de percebermos o mundo que nos propomos visitar.

 

Cuba by You

"Venha conhecer a verdadeira Cuba antes que mude!" É com esta parangona que os operadores turísticos esperam abrir as portas do novo "El dorado" caribenho.

Nas margens do Danúbio, com Veronika Bátori

Budapeste está entre os favoritos dos turistas e explorar a cidade é uma experiência única. Para isso, a melhor forma que conheço é pegar no mapa e subir para uma bicicleta... Sim, pedalar em Budapeste é uma das minhas atividades favoritas. Mas, desta vez, deixarei a minha bicicleta em casa e irei caminhar contigo pela cidade passando por alguns dos meus sítios favoritos. Budapeste foi unida a partir de Pest, Buda e Obuda em 1873 e eu considero que é importante visitar as três partes da cidade. Todas elas despertam sentimentos diferentes em cada um que as visita: Pest é o lugar ideal para morar, Buda para dormir e Obuda, bem, Obuda sempre foi um mistério para mim...

Inglaterra: a nobreza agrária e a época vitoriana com Maria João Carvalho - Verão 2017

O termo “vitoriano” refere-se à vida e à cultura britânicas durante o reinado da rainha Victoria, de 1837 a 1901. Foi um período de paz e prosperidade em Inglaterra, e de intensa revolução industrial.

Irão - De Teerão a Shiraz, com Sandra Barão Nobre, 9 a 21 de Abril de 2017

A Pérsia é um destino Magellan Route por natureza: a sua história é milenar, a herança cultural é avassaladora, os preços são relativamente baixos e a natureza afável do povo proporciona experiências locais únicas. Esta é, também, uma viagem que pretende por fim a estereótipos, abrir olhos e constatar o que talvez já saibas, mas nunca testemunhaste em primeira mão: não só o mundo é pequeno, como é mais aquilo que nos une, que o que nos separa.

À descoberta da Islândia com Maria João Carvalho, 2 a 7 de Setembro 2017

Saída de um conto de fadas em tons de azul. Paisagens de cortar a respiração. Poucas árvores. Não há apelidos (“dóttir” significa filha e “son”, filho). Mais de 85% da energia provém de fontes renováveis. Não há clubes de strip. Não há exército. Grande parte da população acredita em duendes e trols... Há magia.
Valter Hugo Mãe sentiu-se tão inebriado pela Islândia que lhe escreveu uma declaração de amor na sua obra “A desumanização” (toca a ler). 
Aqui trocam-se livros como presente de Natal e no verão os dias são enormes. Abusa-se dos molhos na comida e na quantidade de vulcões (mais de 200).
Não se esqueçam do casaquinho!

Terra Santa, de Jerusalém ao Mar Morto com Inês Miranda, de 26 de Dezembro de 2017 a 31 de Dezembro de 2017

Palco principal das três religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo), a Terra Santa engloba, hoje em dia, territórios pertencentes a Israel, à Palestina, à Jordânia e ao Egipto. São várias as razões que te podem levar até lá, mas sejam elas a fé religiosa, a importância histórica ou o impacto dos conflitos políticos que gera, esta será - sem dúvida - a viagem de uma vida.

De Tóquio a Hiroshima com Diana Guerra, de 8 a 21 de Outubro de 2017

Myanmar com Sandra Barão Nobre, 29 de Outubro a 10 de Novembro 2017

Cinco países vizinhos: China, Laos, Tailândia, Bangladesh e Índia. Cento e trinta e cinco grupos étnicos, a maioria dos quais fala a sua própria língua. Noventa porcento de budistas. Mais de três mil e quinhentos anos de história durante os quais ergueram-se reinos grandiosos, repeliram-se sucessivas invasões, construíram-se diversas capitais, sucumbiu-se aos colonizadores europeus, lutou-se pela independência, mudou-se diversas vezes de nome e caiu-se nas malhas de uma ditadura militar sanguinária que só agora, passados mais de cinquenta anos, parece dar sinais de afrouxar. Assim é Myanmar, o segundo maior país do sudeste asiático e aquele que mais tempo permaneceu envolto nas brumas do isolamento.
O que te propomos é que descubras connosco o mais intacto dos países daquela região do mundo: explorar cidades buliçosas e o charme da sua arquitectura colonial, visitar aldeias paradas no tempo, navegar nas águas calmas do rio Ayeyarwady, encandear perante a opulência dos templos e dos pagodes cobertos de ouro, relaxar ao som das orações nos mosteiros, assistir ao mítico pôr do sol sobre os templos de Bagan, contactar gente que domina artes milenares e produz objectos delicados, apreciar com vagar paisagens oníricas e experimentar iguarias que desafiarão o teu palato.

Vamos?

Norte do Laos e Tailândia com Joana Oliveira, Novembro 2017

E se numa mesma viagem pudéssemos conhecer o menos trilhado e o mais emblemático do norte do sudeste asiático?

Praga, a cidade das cem cúpulas com Tiago Franco (todo o ano)

Soam os primeiros acordes de “Lucky”. Vês Jason Mraz numa praça que mistura o gótico e o barroco. Pensas enquanto bates o pé: “Gostava de estar ali!”. Estamos no coração de Praga, na praça da cidade antiga. Um daqueles sítios que perduram na memória. Não muito longe está a emblemática ponte Carlos e do outro lado do Vlltava, no cima da encosta, o maior castelo do mundo. Diz o Guiness e nós acreditamos. Há igrejas, sinagogas e museus a perder de vista. O nome das cúpulas não apareceu por acaso. Há um passado tumultuoso de ocupação que deixou marcas e que se exibe para não mais esquecer. Aqui e ali encontram-se casas onde viveu Kafka e onde escreveu a sua obra. E entre toda a beleza arquitetónica há um povo simpático que faz da cerveja a água nacional. Não se perde um destino assim.

Das roças à natureza selvagem de São Tomé, com Diana Guerra, de 24 a 31 de Agosto

Na época colonial, chegaram a existir cerca de 800 roças em São Tomé e Príncipe, principalmente de cacau e café. Após o 25 de Abril de 1974 e o fim da presença portuguesa, as roças foram nacionalizadas e entraram numa fase de decadência. Hoje, as ruínas são uma constante na ilha, cercadas de vegetação e de floresta tropical.

Estocolmo a “Veneza do Norte", com Catarina Araújo (todo o ano)

Estocolmo, capital da Suécia, é por vezes descrita como a “Veneza do Norte”, sendo que, tal como a cidade italiana também ela é rodeada por água e tocada por inúmeras pontes. É considerada uma das mais belas cidades nórdicas, com recantos e paisagens de beleza indescritível. Apesar dos seus edifícios imponentes e magistrais, a cidade é um pseudónimo de vila, tal é o ambiente puro e rural que se sente nas ruas e no dia-a-dia dos habitantes. Visitar Estocolmo é caminhar pelas ruas, passear pelos jardins, percorrer os mercados e explorar os seus museus! Um cotidiano sem stress e com muitas pausas para fika. “Take a chance on me” (ABBA) e venha conhecer Estocolmo! 

Timor Leste – Rota da portugalidade com Ana Borges, Outubro de 2017

Ambientes: caminhos/estradas cénicas; locais remotos, inexplorados; paisagem costeira; montanha, natureza intocada, ilhas desertas; Arquitetura colonial portuguesa

Tipo de fotografia: Retrato, Fotografia de natureza (subaquática, fauna – ênfase para a ornitologia- flora)

Programa: 16 dias incluindo viagens com partida e chegada a Portugal. As viagens para os distritos serão realizadas em jipes de 7 lugares com motorista local. Alojamento na capital em Hotel, nos distritos o alojamento será em eco resorts, camping, e pousadas com condições muito básicas

Spots fotográficos: Ramelau o ponto mais alto do antigo império Lusitano onde o nascer do sol é um acontecimento de beleza única; Arquitectura colonial Portuguesa, Ruinas da prisão de Aipelo; antigo edifício colonial do mercado de Baucau; Catedral de Díli; praia da areia branca com a icónica estátua do Cristo Rei; Pinturas rupestres de Ilikerekere; Forte Holandes do séc XVI em Maubara; Escola do Reino de Vemasse; campos de arroz; Parque Nacional Nino Konis Santana; casas sagradas “Uma lulik”; Museu da Resistência; Cemitério de Santa Cruz; Mercados de fruta e artesanato local;

Destinatários: amantes de aventura que procurem destinos inexplorados; contacto com uma cultura que ainda transporta muita da herança portuguesa. Requer-se flexibilidade e espírito de aventura por parte dos participantes, esta jovem nação em vias de desenvolvimentos oferece ainda parcas condições, há situações imprevisíveis que podem ocorrer e nos obrigam a modificar alguns planos.

 

Viagem sem rede! Vale tudo, menos ficar em casa!

Decidimos lançar um novo tipo de viagem de grupo, com preço ainda mais reduzido. Baptizámo-la com o nome de " Viagem sem rede ". Mas...o que significa viajar sem rede?

Entre Saigão e Hanói com Salete Figueiredo, Fevereiro 2017

O surpreendente e exótico Vietname, dono de uma beleza natural única, é um país com uma herança histórica incrível, cuja descoberta se torna viciante. Ho Chi Minh no sul, antiga Saigão, é obrigatória e não desilude. Não percas a oportunidade de descobrir este país fascinante do sudoeste asiático!