Timor Leste – Rota da portugalidade com Ana Borges, Outubro de 2017


Ambientes: caminhos/estradas cénicas; locais remotos, inexplorados; paisagem costeira; montanha, natureza intocada, ilhas desertas; Arquitetura colonial portuguesa

Tipo de fotografia: Retrato, Fotografia de natureza (subaquática, fauna – ênfase para a ornitologia- flora)

Programa: 16 dias incluindo viagens com partida e chegada a Portugal. As viagens para os distritos serão realizadas em jipes de 7 lugares com motorista local. Alojamento na capital em Hotel, nos distritos o alojamento será em eco resorts, camping, e pousadas com condições muito básicas

Spots fotográficos: Ramelau o ponto mais alto do antigo império Lusitano onde o nascer do sol é um acontecimento de beleza única; Arquitectura colonial Portuguesa, Ruinas da prisão de Aipelo; antigo edifício colonial do mercado de Baucau; Catedral de Díli; praia da areia branca com a icónica estátua do Cristo Rei; Pinturas rupestres de Ilikerekere; Forte Holandes do séc XVI em Maubara; Escola do Reino de Vemasse; campos de arroz; Parque Nacional Nino Konis Santana; casas sagradas “Uma lulik”; Museu da Resistência; Cemitério de Santa Cruz; Mercados de fruta e artesanato local;

Destinatários: amantes de aventura que procurem destinos inexplorados; contacto com uma cultura que ainda transporta muita da herança portuguesa. Requer-se flexibilidade e espírito de aventura por parte dos participantes, esta jovem nação em vias de desenvolvimentos oferece ainda parcas condições, há situações imprevisíveis que podem ocorrer e nos obrigam a modificar alguns planos.

 

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Dia 1 –Partida de Lisboa ou Porto

Dia 2 – Chegada a Indonesia, pernoita em Bali;

Dia 3 – Chegada a Timor Leste, Alojamento almoço na cidade e resto de dia livre para descanso; Este dia reserva-se para fazer o reconhecmento da cidade, Díli apresenta muitos detalhes do período da ocupação portuguesa. Dia dedicado a fotorafia de rua edifícios e monumentos coloniais.

Dia 4 – Saída para expedição fotográfica a Maubara onde visitaremos um Forte Holandês do séc.XVI onde está instalado o projecto “Mos Bele”, projecto da Cooperação Portuguesa destinado a melhorar a qualidade do artesanato local e formação de recursos humanos. Visita aos pontos de venda de artesanato local onde se destaca a cestaria. Aproveitamos para provar delicias locais como o saboco (peixe cozinhado em folha de palmeira). Este Forte junto à praia transporta nos ao tempo colonial com uma paisagem deslumbrante numa estrada que serpenteia junto à costa. Pelo caminho podemos ver Tasi Tolo onde existe um monumento comemorativo da visita do Papa João Paulo II a Timor Leste, passagem por Liquiçá pequena vilcom efificios coloniais. Do caminho podem-se ver as salinas, onde a extração do sal é feita por evaporação, aquecendo a água com lenha até que esta se evapore e resulte um sal ligeiramente fumado. Visita às ruínas da cadeia de Aipelo. Regresso ao hotel em Díli. Fotografia de paisagem, retrato, edificios e monumentos.

Dia 5 – Partida para Ataúro, onde se pode ter uma das melhores experiencias de mergulho e snorkeing. Alojamento no Ecolodge. Ataúro fica a aproximadamento 36 km a norte da costa de Díli e é separada pelo estreito e Wetar. Este estreito com cerca de 3 km de profundidade serve de corredor de passagem dos grandes pelágicos e animais migratórios. Podem-se observar golfinhos e grandes cetáceos na época de migração. Ataúro que em dialeto insular significa “cabra” pela grande quantidade de cabras que aqui se encontrava e foi utilizada como ilha-prisão no tempo do Timor Portugues. Esta pequena ilha é um paraíso para amantes de fotografia de natureza. Destaque para fotografia de natureza subaquática (snorkeling), paisagem.

Dia 6 – Regresso a Díli pela madrugada. Este dia reserva-se a uma expedição fotografica pela cidade e praias próximas como a praia dos portugueses, One dollar beach em Metinaro, este cordão de praias ladeia a estrada de onde se pode ver um cenário absolutamente deslumbrante. Na cidade saída para um “cultural hunting” fotográfico nos mercados locais e mercado dos Tais (mercado destinado à venda dos tradicionais Tais que são tecidos em teares e que são a imagem de marca de Timor). O contraste dos verdes da montanha com os vários tons de azul do mar marcam este passeio. Almoço em restaurantes locais de beira da estrada. Regresso ao hotel em Díli. Fotografia: estardas cénicas, paisagem, natureza, retrato.

Dia 7 – Baucau, saída pela manhã, pelo caminho paragem para visita aos mercados locais e mercado de artesanato onde fabricam o barro em Manatuto, momento com grande potencial para fotografia de retrato. Em Baucau, saída para aos antigos monumentos do tempo da ocupação portuguesa, como o edificio da alfandega junto à praia e antigo edifício do Mercado de Baucau. Almoço em restaurante local. Visita à praia onde se encontra o “Fatuk boot” um monumento natural onde um rochedo no meio do mar desafia a gravidade. Regresso ao hotel em Díli. Fotografia: estradas cénicas, retrato, mercados, paisagem, natureza.

Dia 8 e 9 – Partida pela manhã em direção a Maubisse, alojamento em pousada local na base do monte Ramelau para de madrugada iniciarmos a caminhada e vermos o espetacular nascer do sol. Este é o ponto mais alto do antigo Império Lusitano, deste local conseguem ver-se os limites da ilha a norte e a sul. A paisagem a esta altura é de cortar a respiração, no meio de uma ilha tropical surge um local que nos lembra o norte de Portugal como o Geres, o frio os garranos e neblina pela manhã. De regresso paragem no mercado de Maubisse onde as cores dos trajes tradicionais misturados com as roupas ocidentais produzem um efeito visual único. Neste mercado local abundantes em cores, cheiros e sorrisos tímidos é muito facil conseguir bons trabalhos de fotografia de retrato, as pessoas são afáveis e tem um estilo muito próprio e único de se vestirem. Regresso ao hotel.

Dia 10 e 11 – Partida para Jaco o paraíso mais a Leste nesta ilha. Uma pequena ilha sagrada onde só podemos estar durante o dia, à noite todos devem recolher ao continente pois os antepassados habitam esta ilha. Alojamento no Ecolodge. Visita à aldeia de pescadores à antiga pousada de Tutuala e às grutas de Ile Kerekere onde se encontram pinturas rupestres. Pernoita e viagem de regresso com várias paragens em pontos de intresse como edificos, ruinas elementos naturais paisagens. Regresso ao hotel em Díli. Fotografia: retrato natureza, subaquática, pinturas rupestres.

Dia 12 - Partida para Bali (13.30-14:10) Receção e transfer para o hotel em Ubud. Almoço e dia livre para conhecer a localidade e descansar.

Dia 13 – Expedição fotográfica ao mercado local onde o movimento as cores e os cheiros inundam as nossas objectivas. Perfeitas fotografias de rua e retrato. Aproveitamos o dia para conhecer a deliciosa gastronomia local onde poderemos participar num workshop de comida indonésia. A comida tradicional balinesa oferece um enorme leque de opção que agrada tanto a vegetarianos como a amantes de carne com o bali guling (porco assado) e o tradicional Bebek (pato assado com pele crocante). Tempo para experienciar um Spa em Bali, momento a não perder, para retemperar forças.

Dia 14 – Saída para fotografar as paisagens dos campos de arroz. Visita ao vulcão Kintamani e toda a riqueza icongráfica local. Bali é um verdadeiro apelo aos sentidos, uma explosão de beleza e riqueza cultural. Oportunidade para assistir a danças tradicionais como a Kechak dance que se realiza à noite à luz de fogueiras. Inúmeros templos para fotografar, esta ilha poderia ser denominada , a ilha dos mil templos assim como a ilha dos deuses pela quantidade de estatuária que se encontra. Fotografia: “cultural hunting”, retrato, paisagem, campos de arroz.

Dia 15 - Regresso a Portugal Partida de Bali 17:00

Dia 16 – Chegada a Portugal.


Esta incluido no valor:
- 14 noites em hotel, pensão, eco lodge ou acomodação consoante o distrito;
- Aluguer de jipe para deslocação aos distritos.


Quanto penso gastar: 2000€

 


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